quarta-feira, 13 de março de 2013

cinema. sessão da madrugada

heresias de uma noite atribulada. quase se põe a pensar que os sonhos são um espectro magnético de uma realidade que não nos pertence. de um outro ele. de outras circunstâncias  reverberantes de um passado ramificado. se calhar devia ter virado à esquerda. sob a pendente progressiva da incompreensão.  desejo de transfigurador espacio- temporal. como um universo para o qual não teve bilhete.

- era preciso fazer aquilo para teres isto, agora não tens. mas posso-te dar uma janela. clips pouco concretos de que podia ter sido. diz o projectista que lhe comanda os sonhos.



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